Na noite desta quinta-feira (14), Salvador recebeu a pré-estreia do filme Luiz Gonzaga – Légua Tirana, realizada na sala Delux do UCI Orient, no Shopping da Bahia. O evento reuniu convidados e contou com um pocket show do elenco. No longa, Luiz Gonzaga adulto é interpretado pelo ator Chambinho do Acordeon.
O diretor Diogo Fontes comentou sobre a pré-estreia na cidade. “A gente tá vindo aí de um longo cortejo cinematográfico, com pré-estreias pelo Brasil inteiro. Estamos aqui agora em Salvador, na Bahia, trazendo o nosso cortejo cinematográfico pra cá, pro Shopping da Bahia e, muito orgulhosamente, porque a gente fala de um personagem da história brasileira, não só da música, mas da história brasileira, um grande ícone, que é Luiz Gonzaga.
“Esse filme aborda a infância e a maturidade de Luiz Gonzaga, mostrando sua origem e contando sua história desde o nascimento até o encantamento desse grande mito brasileiro. É uma cinebiografia poética, poetizada, em que o imaginário também compõe essa história. A gente não só conta fatos reais, mas também um pouquinho de uma história inventada, um pouco fantasiada. E eu acho que isso faz o filme extremamente diferente e único.”
Fontes acrescentou ainda: “O filme Luiz Gonzaga – Légua Tirana começou a ser criado há mais de 15 anos atrás. Então é uma longa história também pra gente, um longo sonho que vem sendo acalentado, que vem sendo com forças somadas, um sonho sonhado, compartilhado por muitas pessoas e que agora a gente traz pro público, pra que o público possa também sonhar um pouquinho com a gente. Tanto o Marcos Carvalho, quanto eu temos projetos aí pro ano que vem. E eu posso dar muito spoiler, mas garanto que é uma coisa muito boa.”
Marcos Carvalho também falou sobre a valorização da cultura de raiz e comentou a presença do sertanejo universitário em festas. “Olha, a gente esteve em Recife no pré-lançamento, e lá tivemos o apoio de um grupo chamado Riboliço Cultural. O que é o Riboliço Cultural? São jornalistas aposentados, poetas, enfim, a classe artística, o sublime mesmo da classe artística. E lá eles têm esse movimento em defesa da cultura de raiz, dos eventos que respeitem e apoiem mais, que valorizem mais a nossa cultura de raiz, que é o que a gente tem de mais precioso”, explicou.
Carvalho destacou que “Luiz Gonzaga deixou sua obra que passa gerações e a gente precisa muito saber regar, saber cuidar e saber respeitar essa arte para a gente passar isso para as próximas gerações.”