Apresentadora fala sobre culpa durante nova gravidez e relembra perda do filho Rael, que nasceu sem vida em 2025
Tati Machado participou do podcast “Mil e Uma Tretas” nesta segunda-feira (28/9) e falou sobre a gestação do segundo filho, Rafael, fruto do relacionamento com Bruno Monteiro. Ao relembrar a perda do primeiro filho, Rael, que nasceu sem vida em maio de 2025, a apresentadora contou que chegou a se sentir culpada por estar grávida novamente e explicou o motivo.
Tati explicou que a gestação de Rafael não foi planejada e aconteceu enquanto ela passava pelo processo de congelamento de embriões antes de uma nova tentativa. Apesar da alegria com a chegada de um novo membro à família, a jornalista contou que viveu sentimentos conflitantes ao descobrir a gravidez. “Achava injusto eu tentar engravidar”, explicou.
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Tati Machado e Bruno MonteiroCrédito: Acess Mídia

Tati Machado compartilhou novos registros da rotina grávidaCrédito: Reprodução Instagram

Tati Machado e Bruno MonteiroCrédito: Reprodução Instagram @tati

Tati MachadoCrédito: Reprodução Globo

Tati Machado e Bruno MonteiroFoto: Reprodução/TV Globo
A apresentadora confessou que chegou a sentir culpa e que, de alguma forma, tinha a sensação de estar traindo o primogênito. “Uma culpa, uma traição daquela nossa relação e daquele luto que eu ainda estou vivendo. Porque estou grávida, vivendo o luto, que acredito que vou carregá-lo de outras formas, ressignificando cada dia mais”, contou.
Na sequência, Tati explicou que, no início da gestação, tentou não se “envolver” muito. Com o passar dos meses, porém, passou a se preparar para a chegada de Rafael e para o parto. “Preciso loucamente desse bebê fisicamente, mas é muito duro eu colocar toda essa pressão. Porque, no meu caso, mora um mistério: a gente não sabe o que aconteceu”, desabafou.
Tati também relembrou detalhes do nascimento de Rael, que veio ao mundo sem vida. Segundo ela, a médica a orientou a passar por um parto normal. A apresentadora contou que enfrentou o processo pensando em sua recuperação e em como lidaria com as marcas físicas daquele momento. “Se eu visse aquela cicatriz de um bebê que não estava comigo, aquilo ia ser um peso para mim”, contou.